O programa Alô Doutor, produzido pelo Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, passa a transmitir informações sobre as principais formas de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer para mais ouvintes. Isso, graças a uma nova parceria com a rádio Fronteira D’Oeste - AM, de Terra Roxa/PR, que incluirá o programa Alô Doutor na programação de mais sete municípios da região Norte do Estado, chegando a algumas cidades do Mato Grosso do Sul e ao município de Salto del Guayrá, no Paraguai.
Agora, são 27 emissoras que transmitem o programa “Alô Doutor” também para os estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, que já ultrapassou os dois milhões de ouvintes semanalmente.
Segundo o produtor do programa, Adriano Dias, o fato do “Alô Doutor” atingir municípios de outros estados e até mesmo de outro país, é mais um reconhecimento ao programa. “Ele será o único quadro de saúde da rádio, no horário de maior audiência da emissora. Isso é ótimo, pois temos um objetivo de responsabilidade social e de sermos referência não só no tratamento do câncer, mas também na prevenção da doença”, afirmou.
Pioneirismo
O projeto da rádio Alô Doutor é pioneiro e surgiu depois da observação de que muitos pacientes demonstravam a necessidade de conhecimento sobre o câncer e suas particularidades. O programa já recebeu premiações e serve como referência para o Instituto Nacional do Câncer (Inca) e para a Secretaria Estadual de Saúde do Paraná que, posteriormente, criaram projetos semelhantes. “O alto índice de casos avançados é resultado da falta de informações a respeito da doença”, constata o superintendente do Erasto Gaertner, Dr. Flavio Tomasich.
Alô Doutor na internet
Além da rádio, todas as entrevistas são gravadas e disponibilizadas à população na internet, pelo site http://www.erastogaertner.com.br/?und=5, na seção "últimas entrevistas". As entrevistas gravadas também servem de instrumento de comunicação ao paciente que chega ao hospital. Através de alto-falantes, instalados nos corredores do Hospital, os pacientes recebem informações sobre saúde. Só no ano passado, 204 mil pessoas transitaram pelo hospital.
O trabalho realizado no programa foi reconhecido na Premiação FAE-FIEP, conquistando o prêmio de responsabilidade social em 2005. “Acreditamos que estamos espalhando pelas ondas do rádio a disseminação de informações úteis, possibilitando mais conhecimento sobre a doença para que os números de novos casos avançados diminuam“, descreve Flavio Tomasich.
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