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Dia Internacional da Talassemia, 8 de maio, marcará o início de
campanhas de conscientização por diversos países. No Brasil,
a ABRASTA - Associação Brasileira de Talassemia - trabalhará
para o esclarecimento da população sobre a talassemia, doença
não-contagiosa e hereditária, que atinge cerca de 2,7 milhões
de pessoas no Brasil, em sua forma mais leve.
A primeira campanha é perene e distribuirá folhetos informativos
em centros de tratamento de todo o país. A outra será somente durante
o mês de maio, quando todos os doadores de sangue receberão um cartão
de agradecimento pela doação, explicando que a ação
beneficiará os portadores de talassemia.
A talassemia, também conhecida como anemia do Mediterrâneo devido
à grande incidência em países banhados por esse mar, como
Itália e Grécia, é uma doença hereditária causada
pelo mau funcionamento da medula óssea, o tecido que produz as células
do sangue. A medula do portador de talassemia produz glóbulos vermelhos
menores e com menos hemoglobina (componente dos glóbulos vermelhos responsável
pelo transporte de oxigênio no nosso corpo), o que causa a anemia.
No Brasil, a forma mais comum da doença é a beta-talassemia,
que possui três tipos: a talassemia minor (traço talassêmico),
talassemia major e a intermédia (ou intermediária).
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