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Incorporar a inovação e a tecnologia à área da saúde é uma tendência mundial que ainda se fortalece no Brasil. Com o objetivo de ampliar o conhecimento e aperfeiçoar novas soluções no setor, desde 2016, a Faculdade de Educação em Ciências da Saúde (FECS) e o Instituto de Educação e Ciências em Saúde (IECS) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz são parceiros da FIAP, centro de excelência de formação nas áreas de computação e engenharia.

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Wolters Kluwer, multinacional fornecedora de soluções e informações para o momento de cuidados ao paciente, e a Salux, empresa brasileira de ferramentas de sistemas de gestão hospitalar, anunciaram uma parceria. O objetivo é aumentar a efetividade clínica das instituições brasileiras, além de diminuir as dúvidas clínicas e a incidência de erros por medicação. Com a integração, os recursos de suporte a decisões clínicas baseado em evidências UpToDate e UpToDate Anywhere e os sistemas de suporte à decisão de prescrição de medicamentos Lexicomp e Medi-Span, que compõem a avançada plataforma de suporte a decisão clínica da Wolters Kluwer, passarão a ser acessados diretamente na solução de prontuário eletrônico da Salux.

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A Pixeon aposta em crescimento sustentável para este ano; somente para o segmento de hospitais, as projeções de aumento em vendas são de 81%

A Pixeon, empresa nacional de tecnologia para saúde e expositora da Hospitalar, inicia as atividades deste ano com previsões bastante otimistas: a companhia projeta encerrar 2017 com faturamento anual 45% superior ao registrado no ano passado, apesar da baixa expectativa de recuperação da economia brasileira.

A estratégia de crescimento da Pixeon está baseada em sua atuação como one stop shop software provider, oferecendo soluções completas que garantem mais eficiência aos processos de instituições nas áreas laboratorial, de diagnóstico por imagens, policlínicas e hospitalar – este último mercado será o direcionador de crescimento, com projeções de crescimento de 81% nas vendas em 2017. Além disso, a empresa oferece portfólio com os produtos mais atraentes do mercado, combinando capacidade de entrega rápida e suporte local, em língua portuguesa e em todo país.

“Inovação é a palavra-chave para o crescimento da Pixeon, é um dos principais valores da empresa. Questionar, propor soluções criativas, pensar em alternativas mais ágeis e eficientes está no DNA da companhia”, comenta Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da Pixeon. “Reforçamos nossa oferta de produtos SaaS e de soluções baseadas na nuvem para todo o mercado da saúde, que na tecnologia encontra um dos principais aliados para superar os desafios de integração de serviços previstos para os próximos anos”, acrescenta.

O crescimento previsto para 2017 segue a curva ascendente registrada pela empresa nos últimos anos. Desde 2014, a empresa tem se destacado como uma das principais fornecedoras de HIS (Hospital Information System), LIS (Laboratory Information System), PACS (Picture Archiving and Communication Systems) e RIS (Radiology Information System) do mercado nacional. Nos dois anos seguintes, a companhia registrou expansão de 156%. Em 2016, a Pixeon foi na contramão da economia nacional, e fechou o ano com 38% de aumento no faturamento se comparado a 2015. O principal investimento da empresa foi a aquisição da Digitalmed, o que ampliou sua lista de clientes, passando a ter a maior base instalada de softwares em prestadores de saúde da América Latina. Também no ano passado, reforçou seus planos de expansão na Argentina, onde ampliou em 55% o número de clientes atendidos no país.

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Segundo ele, R$ 200 milhões devem ser investidos na compra de dispositivos médicos

No dia mundial da saúde, lembrado na última sexta-feira (7), a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) recebeu o secretário da Saúde do estado, Wilson Pollara, que apresentou os novos programas da prefeitura, no evento: "A nova saúde da cidade de São Paulo”, promovido pelo ComSaude (Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde) da Fiesp.

O presidente do ComSaude e também do SINAEMO (Sindicato da Indústria de Artigos e Equipamentos Odontológicos, Médicos e Hospitalares do Estado de São Paulo), Ruy Baumer, ao lado de Franco Pallamolla, presidente da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos), recebeu Francisco de Assis Figueiredo, secretário de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde e José Medina, presidente da Sociedade de Nefrologia do Estado de São Paulo.

Em sua apresentação,  Pollara apresentou os planos da secretaria para temas como: a melhoria da atenção primária, que inclui a integração dos sistemas de gestão municipal e estadual;  a distribuição por complexidade nos hospitais e centros de atendimento da prefeitura;  a finalização de obras;  a integração do SAMU e do GRAU, a ampliação do Doutor Saúde, que busca levar atendimentos médicos e exames para todas as regiões da cidade em carretas adaptadas  e também apresentou os resultados do programa Corujão da Saúde, que em menos de três meses, atendeu 99,65% dos 485.300 exames em espera no ano passado, praticamente zerando a fila.

Ele afirmou ainda que seu programa de gestão terá foco na assistência básica pela ação do agente comunitário na promoção e prevenção à saúde, classificação de risco e encaminhamento médico.

O Projeto Redenção, programa voltado para os dependentes químicos da cracolândia que a Prefeitura de São Paulo deve pôr em prática a partir de abril também foi abordado.

INDÚSTRIA MÉDICA

Segundo o secretário, ainda que haja uma previsão de 13% de queda na arrecadação da secretaria, sem contar um contingenciamento no setor da saúde de 10%, há uma previsão de R$ 200 milhões em aquisição de dispositivos médicos até o início do próximo ano. “Incluindo no custo, cinco anos de manutenção”, ressalvou.

Pollara também criticou a centralização da compra de insumos:  “Cada hospital vai ter seu centro de compras, pois não da para misturar tudo”, disse.  O secretário também questionou os prazos da Lei 8666, de licitações. “Qualquer problema que ocorre com o vencedor nos provoca grandes atrasos”.

O superintendente da ABIMO, Paulo Henrique Fraccaro, questionou o secretário a respeito da continuidade dos projetos apresentados em caso de mudanças na gestão.  “Por isso apresentamos projetos de Lei para que os bons programas se perpetuem”,  finalizou Pollara.

PARCERIA

Em dezembro de 2016, a ABIMO e a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo assinaram um  termo de cooperação técnica com o objetivo de unir esforços para que os dispositivos médicos, odontológicos e de laboratórios produzidos no Brasil sejam utilizados em demandas da cidade de São Paulo.