A GRSA - Grupo de Soluções em Alimentação revisou e ampliou seu portfólio de orientações dietoterápicas para os pacientes que receberem alta nos hospitais onde a empresa presta serviços de atendimento nutricional. Trata-se de um importante material, que traz recomendações gerais e específicas das dietas a serem seguidas em casa, bem como a lista dos alimentos permitidos e dos que devem ser evitados para cada tipo de necessidade clínica.
Coordenado pelo Núcleo de Nutrição e Saúde do departamento de Qualidade Corporativa da GRSA, o novo material levou cerca de nove meses para ficar pronto. Contou com um grande esforço de estudo e pesquisa de um grupo de nutricionistas, apoiado em recomendações de associações nacionais e internacionais que são referências médicas, como a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Guia Alimentar Brasileiro, a American Diabetic Association (ADA), entre outros.
O número de dietas elaboradas para cada patologia passou de 20 para 42, tornando o serviço ainda mais especializado. As novas orientações passam a ser adotadas a partir do mês de março em todos os hospitais atendidos pela GRSA.
Tratamento
Depois de avaliado pelo corpo médico do hospital, o paciente que recebe alta é encaminhado para as nutricionistas, que prescrevem a conduta dietoterápica que deve ser seguida em casa, dando seqüência ao tratamento iniciado no hospital. O material, elaborado pela GRSA, já contemplava orientações para pacientes com gastrite e úlcera, hipertensão e com necessidades de dietas obstipantes e laxativas, entre outras. Com a revisão do material, novas orientações foram inseridas, tais como Anemia falciforme, Doença de Chron, Doença Diverticular, Hipertrigliceridemia e Fibrose Cística.
“Este trabalho servirá de apoio para a prática clínica das 209 nutricionistas que trabalham nos hospitais atendidos pela GRSA, sendo de fundamental importância o suporte dado pelo departamento de marketing da empresa para a formatação do novo layout do material. É imprescindível que as orientações sejam corretas e atualizadas, por esse motivo a revisão deve ocorrer anualmente e contar com a inserção de novas orientações dietoterápicas”, afirma Mara Baggio, Coordenadora de Qualidade do Núcleo de Nutrição e Saúde da GRSA.
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