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09.04.08
Voluntários da Philips promovem entretenimento
para crianças e adolescentes em hospitais
 

Mais de 3 mil crianças e adolescentes que passaram por internação hospitalar no último ano contaram com voluntários da Philips para terem momentos mais alegres e agradáveis. Esse é o resultado do segundo ano de parceria entre a empresa e a Associação Viva e Deixe Viver, que capacitou 30 voluntários da companhia para atuarem no Estado de São Paulo.

Durante as cerca de 600 visitas, os voluntários puderam promover entretenimento, cultura e informação educacional. Por meio do estímulo à leitura e de brincadeiras, crianças e adolescentes internados em 14 hospitais das cidades de São Paulo e Capuava foram envolvidos pela iniciativa.

A Associação Viva e Deixe Viver completou dez anos de experiência na gestão de voluntários em 2007. Para fazer parte do projeto, o voluntário passa por seleção e treinamento criteriosos. Uma pesquisa realizada em 2006 por psicólogos da Santa Casa de São Paulo avaliou por um ano o efeito do trabalho dos contadores de histórias no tratamento de 15 crianças com câncer, no setor de pediatria do hospital.

Os resultados mostraram que 66% das crianças tiveram melhora no humor e no estado emocional. A interação com médicos, acompanhantes e outras crianças também melhorou, em 46% dos casos. Pacientes que estavam apáticos passaram a caminhar pelo corredor e a brincar (60%). Outro ponto importante notado pela pesquisa foi a melhora do apetite, registrada em 60% das crianças.

Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, o Viva conta, atualmente, com mais de mil voluntários, presentes em 70 hospitais, em nove estados brasileiros. Desde 1997, seus voluntários Contadores de Histórias atuam com o objetivo de transformar a internação hospitalar de crianças e adolescentes em um momento mais alegre e agradável, contribuindo positivamente para o bem estar de seus familiares e equipe multidisciplinar. A formação dos voluntários é baseada na fórmula dos três “C”s – consciência, compromisso e constância – fundamentais para que a atuação voluntária seja encarada com a mesma seriedade que uma atividade remunerada.

 
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