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25.03.08
Doações de órgãos: país registra ligeira alta
 

Sobe para 6,2 pmp (por milhão de pessoas) a taxa de doação de órgãos em 2007 na comparação com o ano anterior (6,0 doadores efetivos pmp) – alta de 3,33%. A taxa, entretanto, ainda é menor do que as registradas nos anos de 2004 (7,3 pmp) e 2005 (6,4 pmp). As informações são do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), um levantamento feito semestralmente pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

O bom desempenho observado no segundo semestre (7,0 pmp) teve fundamental importância para que fosse mantida a estabilidade, apesar dos baixos números registrados na primeira metade do ano passado (5,4 pmp). Com o leve aumento, o número de doadores efetivos volta a crescer após dois anos de consecutivas quedas – passou de 7,3 em 2004 para 6,4 em 2005, chegando a 6,0 em 2006. Apesar da recuperação, ainda é preciso ter cautela. De acordo com o Dr. Valter Garcia, presidente da ABTO, “medidas organizacionais e educacionais devem ser reforçadas para retomar o crescimento continuado da taxa de doação”.

A recusa familiar ainda é responsável pelo baixo número de transplantes no país. Em 2006, este tipo de rejeição foi responsável pela não-efetivação de 27,4% das cirurgias, número que subiu para 34,7% no ano passado.

 
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