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16.10.07

Philips busca reduzir tempo entre infarto e tratamento

 


A Royal Philips demonstrou no ESC 2007, congresso anual da European Society of Cardiology, o Monitor/Desfibrilador HeartStart MRx, que possibilita aos paramédicos transmitir dados do paciente da ambulância para o departamento de emergência do hospital. A partir da recepção dos dados no hospital, os clínicos podem usar os dados Eletrocardiográficos (ECG) para começar a determinar que tratamento o paciente que está chegando irá necessitar. Ao permitir que um hospital comece a organizar seus recursos antes do paciente chegar, o MRx pode ajudar a reduzir o tempo para o tratamento.

“Assim que ocorre um infarto, o músculo do coração começa a morrer. É por isso que a redução do tempo entre o infarto e o tratamento provou ter um grande impacto na recuperação a longo prazo de um paciente”, comentou Joris van den Hurk, Vice-presidente da área de Ciclos de Cuidados Cardíacos da divisão de Sistemas Médicos da Philips. “Como resultado, o American College of Cardiology (Colégio Americano de Cardiologia), em parceria com a American Heart Association (Associação Americana de Cardiologia) e outras organizações em todo o mundo, lançou a campanha “Porta-Balão” (“Door to Balloon”). A campanha visa reduzir o tempo entre a chegada do paciente no hospital e a angioplastia para 90 minutos ou menos”.

Além de transmitir os dados ECG para o hospital antes da chegada do paciente, o HeartStart MRx integra-se perfeitamente ao Sistema de Gestão ECG TraceMasterVue do hospital, permitindo que informações essenciais do paciente sejam visualizadas onde for necessário – inclusive no Laboratório de Cateterismo.

“Com mais de 17 milhões de pessoas morrendo anualmente de doenças cardiovasculares em todo o mundo, tais doenças se configuram como a causa número um de morte no mundo”, comentou Kevin Haydon, Vice-presidente Executivo e CEO Mundial de Vendas e Serviços da divisão de Sistemas Médicos da Philips. “É por esta razão que estamos trabalhando junto aos cardiologistas para desenvolver tecnologias que se integrem a cada uma das partes do ciclo de cuidados cardíacos – do atendimento de emergência ao diagnóstico, tratamento e cuidado a longo prazo”.

 
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