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03.01.06

Banco de Olhos inaugura Hospital
de Otorrinolaringologia em Sorocaba

 
Governador Geraldo Alckmin participa da inauguração de hospital no interior de SP
No final de 2005, o Banco de Olhos de Sorocaba inaugurou oficialmente o Hospital de Otorrinolaringologia. A solenidade contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; o deputado federal Antonio Carlos Pannunzio; o presidente do Banco de Olhos, Sérgio Gabriel; e o vice-presidente da instituição, Pascoal Martinez Munhoz, entre outras autoridades.

Com investimento de R$ 10 milhões, o Hospital está instalado em uma área de 4.200 m2 e conta com quatro pavimentos. Mesmo antes da inauguração oficial já havia uma sala de cirurgia liberada, onde foram realizados 150 procedimentos mensais. Agora em janeiro serão ativadas mais três salas de cirurgias, 30 leitos e o número de médicos especializados neste segmento será ampliado. O atendimento será de 24 horas.

Neste período, o hospital já realizou três cirurgias de alta complexidade com implante coclear de cápsulas biônicas em crianças que não ouviam. Agora, as crianças estão sendo acompanhadas por uma equipe multidisciplinar para desenvolverem a habilidade da comunicação, entendendo os sons e exercitando a fala.

“Este prédio, voltado para oferecer o que existe de melhor, tanto em instalações como em alta tecnologia, demonstra o comprometimento dos nossos diretores e funcionários com a saúde da população”, disse Sérgio Gabriel, presidente do Banco de Olhos de Sorocaba.

Experiência
Há dez anos, o Banco de Olhos construiu e inaugurou o Hospital Oftalmológico de Sorocaba com uma avançada tecnologia para evitar infecções e proporcionar segurança aos pacientes. Instalou ainda equipamentos de última geração, garantindo diagnósticos e intervenções cirúrgicas com excelência.
Oferecendo cursos de atualização permanente, formou equipe de funcionários e técnicos e foi um dos primeiros do Brasil a receber a Acreditação pelo Ministério da Saúde. Foi credenciado ainda a ser sede de residência médica, tornando-se hospital escola.

O BOS passou também a firmar convênios para administrar hospitais da região. Atualmente responde por hospitais de Itapetininga, Salto e São Roque. Também firmou convênio com o Governo do Estado para coletar córneas em hospitais estaduais e municipais em São Paulo, capital, onde a fila de espera para transplantes de córneas era de quase 5 anos. Em apenas 8 meses de trabalho, essa fila foi reduzida para 2 anos e, agora, o BOS está instalando moderno laboratório na capital. Todos os transplantes são monitorados pela Central de Transplantes e mais de 70% dos pacientes beneficiados são atendidos pelos SUS – Sistema Único de Saúde; 20% por convênios e o numero de particulares é menor que 10%. No início de 2006 começa coletar córneas em Campinas. Hoje o BOS é responsável por mais de 50% das córneas captadas em todo o país e, como instituição modelo, estimulou o surgimento de dezenas de Banco de Olhos.

 
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