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| Governador Geraldo Alckmin participa da inauguração
de hospital no interior de SP |
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No final de 2005, o Banco de Olhos de Sorocaba inaugurou oficialmente o Hospital
de Otorrinolaringologia. A solenidade contou com a presença do governador
do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; o deputado federal Antonio Carlos
Pannunzio; o presidente do Banco de Olhos, Sérgio Gabriel; e o vice-presidente
da instituição, Pascoal Martinez Munhoz, entre outras autoridades.
Com investimento de R$ 10 milhões, o Hospital está instalado
em uma área de 4.200 m2 e conta com quatro pavimentos. Mesmo antes da inauguração
oficial já havia uma sala de cirurgia liberada, onde foram realizados 150
procedimentos mensais. Agora em janeiro serão ativadas mais três
salas de cirurgias, 30 leitos e o número de médicos especializados
neste segmento será ampliado. O atendimento será de 24 horas.
Neste período, o hospital já realizou três cirurgias de
alta complexidade com implante coclear de cápsulas biônicas em crianças
que não ouviam. Agora, as crianças estão sendo acompanhadas
por uma equipe multidisciplinar para desenvolverem a habilidade da comunicação,
entendendo os sons e exercitando a fala.
“Este prédio, voltado para oferecer o que existe de melhor, tanto
em instalações como em alta tecnologia, demonstra o comprometimento
dos nossos diretores e funcionários com a saúde da população”,
disse Sérgio Gabriel, presidente do Banco de Olhos de Sorocaba.
Experiência
Há dez anos, o Banco de Olhos construiu e inaugurou o Hospital Oftalmológico
de Sorocaba com uma avançada tecnologia para evitar infecções
e proporcionar segurança aos pacientes. Instalou ainda equipamentos de
última geração, garantindo diagnósticos e intervenções
cirúrgicas com excelência.
Oferecendo cursos de atualização permanente, formou equipe de funcionários
e técnicos e foi um dos primeiros do Brasil a receber a Acreditação
pelo Ministério da Saúde. Foi credenciado ainda a ser sede de residência
médica, tornando-se hospital escola.
O BOS passou também a firmar convênios para administrar hospitais
da região. Atualmente responde por hospitais de Itapetininga, Salto e São
Roque. Também firmou convênio com o Governo do Estado para coletar
córneas em hospitais estaduais e municipais em São Paulo, capital,
onde a fila de espera para transplantes de córneas era de quase 5 anos.
Em apenas 8 meses de trabalho, essa fila foi reduzida para 2 anos e, agora, o
BOS está instalando moderno laboratório na capital. Todos os transplantes
são monitorados pela Central de Transplantes e mais de 70% dos pacientes
beneficiados são atendidos pelos SUS – Sistema Único de Saúde;
20% por convênios e o numero de particulares é menor que 10%. No
início de 2006 começa coletar córneas em Campinas. Hoje o
BOS é responsável por mais de 50% das córneas captadas em
todo o país e, como instituição modelo, estimulou o surgimento
de dezenas de Banco de Olhos.
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