A indústria brasileira participou da MEDICA com 51 empresas expositoras
sob a marca Brazilian Medical & Dental Devices. Organizado pela Associação
Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos,
Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) e pela Agência de Promoção
de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o setor do Brasil
apresentou produtos e lançamentos para o mercado internacional de saúde.
Nos quatro dias de feira, foram realizados mais de 3.500 contatos e o volume de
negócios concretizados chegou a US$ 2,5 milhões.

“As empresas acreditam que a presença na MEDICA é fundamental
para a consolidação do País como produtor de tecnologia para
a área da saúde”, diz Franco Pallamolla, presidente da ABIMO
e CEO da Lifemed. Pallamolla acredita que a tecnologia brasileira evoluiu muito
nos últimos anos e o Brasil passou a ser visto como um país com
mais solidez.

Para a gerente de exportação da Erwin Guth, Karin Brigitte Guth,
a presença constante na feira é importante institucionalmente e
ajuda a empresa a melhorar. “O Brasil é uma boa alternativa de bons
produtos com bons preços, principalmente para a Europa”, disse. A
empresa participa da MEDICA há sete edições e exporta para
44 países do mundo todo. “Não vamos deixar de ir a nenhuma
feira, pois esse é o momento de investir no mercado externo.”

A NS Inaladores participou como expositora da MEDICA pela primeira vez e o responsável
pelo comércio exterior da empresa, Spiros Paulo Fournogerakis, disse que
recebeu visitantes do mundo todo. “Também percebemos a possibilidade
de migrar uma produção da Europa para o Brasil. Isso aumenta nossa
credibilidade, pois temos capacidade técnica, qualidade, confidencialidade
e preço.”

A Fanem participa da feira desde 2002 e aposta na oportunidade de desenvolver
novos mercados. “Nosso objetivo é contatar distribuidores do mundo
todo, principalmente do Leste Europeu e do Oriente Médio”, conta
José Flosi, gerente de exportação da empresa.

Já para a diretora comercial da Kolplast, Nívea Fittipaldi, é
muito importante que a empresa apresente um produto novo na MEDICA para se destacar.
“Hoje, o mercado externo já percebe o Brasil, e isso inclui a saúde.
Há muitas empresas com interesse no país, tanto para comprar, quanto
para vender”, completou.
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