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24.11.09
 
Empresas brasileiras desenvolvem negócios
com mercado internacional na MEDICA

A indústria brasileira participou da MEDICA com 51 empresas expositoras sob a marca Brazilian Medical & Dental Devices. Organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) e pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o setor do Brasil apresentou produtos e lançamentos para o mercado internacional de saúde. Nos quatro dias de feira, foram realizados mais de 3.500 contatos e o volume de negócios concretizados chegou a US$ 2,5 milhões.





“As empresas acreditam que a presença na MEDICA é fundamental para a consolidação do País como produtor de tecnologia para a área da saúde”, diz Franco Pallamolla, presidente da ABIMO e CEO da Lifemed. Pallamolla acredita que a tecnologia brasileira evoluiu muito nos últimos anos e o Brasil passou a ser visto como um país com mais solidez.




Para a gerente de exportação da Erwin Guth, Karin Brigitte Guth, a presença constante na feira é importante institucionalmente e ajuda a empresa a melhorar. “O Brasil é uma boa alternativa de bons produtos com bons preços, principalmente para a Europa”, disse. A empresa participa da MEDICA há sete edições e exporta para 44 países do mundo todo. “Não vamos deixar de ir a nenhuma feira, pois esse é o momento de investir no mercado externo.”




A NS Inaladores participou como expositora da MEDICA pela primeira vez e o responsável pelo comércio exterior da empresa, Spiros Paulo Fournogerakis, disse que recebeu visitantes do mundo todo. “Também percebemos a possibilidade de migrar uma produção da Europa para o Brasil. Isso aumenta nossa credibilidade, pois temos capacidade técnica, qualidade, confidencialidade e preço.”




A Fanem participa da feira desde 2002 e aposta na oportunidade de desenvolver novos mercados. “Nosso objetivo é contatar distribuidores do mundo todo, principalmente do Leste Europeu e do Oriente Médio”, conta José Flosi, gerente de exportação da empresa.




Já para a diretora comercial da Kolplast, Nívea Fittipaldi, é muito importante que a empresa apresente um produto novo na MEDICA para se destacar. “Hoje, o mercado externo já percebe o Brasil, e isso inclui a saúde. Há muitas empresas com interesse no país, tanto para comprar, quanto para vender”, completou.

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