O
cenário macroeconômico brasileiro foi marcado por duas ótimas
notícias no primeiro semestre de 2009. A primeira é a de que o PIB
doméstico diminuiu menos do que o previsto pela maioria dos renomados analistas
de mercado. A segunda é a queda dos juros a níveis que surpreendeu
até os mais otimistas economistas.
O fator responsável pela recuperação do PIB foi a força
do consumo doméstico, que se manteve estável e até aumentou
em determinados segmentos da economia. Aumentos salariais somados ao controle
da inflação permitiram esta estabilidade que causa perplexidade
aos países mais ricos do mundo.
O Brasil nunca esteve tanto e por tão longo tempo em destaque, e por
motivos que nos orgulham. Nossa classificação no ranking dos países
de economia e política estáveis e confiáveis e com perspectivas
de progresso imediato resgata a auto-estima dos brasileiros.
Já a queda dos juros reitera que a estabilidade econômica doméstica
tem protagonizado situações jamais imaginadas, como inflação
de um dígito, maior volume de crédito, incentivos fiscais para incrementar
o consumo, aumento do emprego e renda.
Esse novo patamar de riqueza amplia a qualidade de vida da população
brasileira. E seu principal impacto é na preocupação com
sua saúde e bem estar. Por conseqüência, existe a procura por
melhores prestadores de serviço nessa área. O maior nível
de exigência dos pacientes/clientes estimula o investimento em melhores
entregas dos serviços. Os melhores planos de saúde e hospitais mais
gabaritados passaram a fazer parte do novo sonho de consumo dos brasileiros. A
ampliação e investimentos dos serviços em hospitais e estabelecimentos
de saúde em geral são o reflexo desta demanda. E, com este panorama
que se instala, todo o setor tem muito a ganhar.
Dra.Waleska Santos
Fundadora e Presidente
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