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Sala de Imprensa |
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| 05.06.09 |
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| Rodada de Negócios gera US$ 12,8 milhões
em exportações |
A qualidade
dos produtos médico-hospitalares brasileiros surpreendeu mais uma vez os
compradores estrangeiros. Uma comitiva com 18 representantes de países
estrangeiros desembarcou no Brasil e alinhavou US$ 12,8 milhões em negócios
com 52 empresas nacionais do setor. As exportações foram prospectadas
em 565 reuniões, realizadas entre quarta (03) e sexta-feira (05), na Hospitalar,
em São Paulo.
Os números superaram as expectativas do encontro. Segundo o diretor-executivo
da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos
Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO),
Hely Maestrello, a estimativa inicial era registrar US$ 9 milhões em prospecções.
“Acertamos na seleção dos compradores. Para esta rodada, conseguimos
captar empresas internacionais realmente interessadas nos produtos fabricados
no Brasil”, explica o executivo.
Além das projeções, Maestrello acredita que a 8ª edição
da rodada, promovida em parceria com a Apex-Brasil, permitiu o fortalecimento
das marcas nacionais no mercado externo. “Temos como desafio fortalecer
a imagem do país e destacá-lo como exportador de tecnologia de ponta.
Só assim, alcançaremos nossa principal meta: criar uma demanda de
procura pelos produtos brasileiros junto aos hospitais, profissionais e unidades
de saúde do mundo inteiro”, falou.
Dos países convidados, marcaram presença na rodada: Arábia
Saudita, Equador, Índia, Coréia, Líbano, México, Panamá,
Peru, Catar, Rússia, Venezuela e Canadá. Um dos representantes do
país norte-americano foi a empresa CardioMed Supplies, que atua na indústria
hospitalar há 28 anos e opera há sete no ramo da exportação.
“As boas notícias sobre a consolidação econômica
e a atual infraestrutura de incentivo às exportações fizeram
com que observássemos o mercado brasileiro e incluíssemos as indústrias
do país na lista de parceiros em potencial”, explica o presidente
e CEO da CardioMed, Christian Dubé. O empresário disse ainda que
o trabalho desenvolvido pela ABIMO para fomentar as exportações
no setor é inédita. “Foi uma porta que encontramos para conhecer
de perto esse nicho de mercado.”
A alta do dólar, resultado da crise financeira, impulsionou a vinda da
Arábia Saudita que, até então, tinha os Estados Unidos como
principal fornecedor. Há 10 anos, a empresa Nomas Medical & Laboratory
Equipment descobriu a indústria brasileira. A eclosão da crise motivou
o gerente de Marketing & Vendas da Nomas, Mohammed Daqqa, a pulverizar os
negócios com o Brasil. “Os produtos brasileiros não representam
uma parcela significativa dos importados que circulam no território árabe,
porém o país possui companhias de alta credibilidade e produtos
de qualidade”, justificou. |
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