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| Os professores doutores Luiz Carlos de Campos, diretor geral
da PUC; e Paulo Roberto Pialarissi, coordenador da graduação da
PUC; na Hospitalar |
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A Hospitalar 2008 foi palco de muitas novidades, entre elas do lançamento
do novo curso de Engenharia Biomédica da Pontifícia Universidade
Católica (PUC). Os professores doutores Luiz Carlos de Campos, diretor
geral da PUC; e o Paulo Roberto Pialarissi, coordenador da graduação
da PUC, estiveram na Hospitalar na manhã desta quinta-feira (12) para o
lançamento do curso.
A Engenharia Biomédica é uma nova e desafiadora especialidade
dentro da engenharia que desponta nos países mais desenvolvidos. No Brasil,
esta ciência começa a dar os primeiros passos e figura como um grande
campo de atuação a ser explorado. Diante deste cenário, a
Pontifícia Universidade Católica (PUC) lançou o Curso de
Engenharia Biomédica este ano, com o primeiro vestibular previsto para
o mês de dezembro.
“O Curso de Engenharia Biomédica propõe-se a mostrar uma
perfeita integração entre a área tecnológica, a área
médica e outras diferentes áreas, como administrativa, econômica
e jurídica”, explica o coordenador, Prof. Dr. Paulo Roberto Pialarissi.
O curso oferecido pela PUC será o único na cidade de São
Paulo. Hoje, o município representa o maior pólo médico da
América Latina por concentrar grande parte dos hospitais, maior número
de leitos, atendimento gratuito à população, além
de reunir as maiores empresas que desenvolvem tecnologia relacionada à
saúde. “Se fosse possível resumir um curso amplo e rico como
o curso de Engenharia Biomédica da PUC, diríamos que ele estabelece
um diálogo pioneiro entre tecnologia, saúde e gestão, proporcionando
bem estar e atendendo com maestria um mercado crescente e cada vez mais exigente”,
declara o Prof. Dr. Luiz Carlos de Campos, diretor geral da PUC.
As disciplinas vão focar na resolução de problemas e na problematização
- ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas), metodologia com enfoque muito acentuado
na prática profissional. O sistema impõe ao aluno um contato com
os seus locais de trabalho e com o desenvolvimento de pesquisa desde o início
do curso. “Diante deste panorama, é crescente a necessidade por profissionais
com habilidades em ciências exatas, particularmente de engenharia, mas que
também tenham um bom conhecimento dos fundamentos das ciências biológicas
e médicas”, afirma Pialarissi. |