A
fundadora e presidente da Hospitalar, Dra. Waleska Santos, fala sobre as expectativas
em relação à 14ª edição da Hospitalar.
Hospitalar.com - Esta será uma das maiores edições
da Hospitalar, com empresas em fila de espera, aguardando uma oportunidade de
participar. O que faz da Hospitalar um evento imprescindível para a indústria
fornecedora? O que esperar, em termos de negócios e público, desta
14ª edição???
WS - O sucesso de negócios, que se tornou uma marca
registrada da Hospitalar, fala por si só: empresas expositoras reservam
para esta data lançamentos tecnológicos, propostas especiais, alternativas
únicas, promoções excepcionais. Por outro lado, os compradores
e visitantes profissionais planejam-se o ano inteiro para aguardar estas novidades.
Grupos de compras hospitalares, missões governamentais brasileiras e internacionais
têm se programado para, a partir da edição da feira, iniciar
sua rodada de compras para hospitais e estabelecimentos de saúde. Esse
timimg já é uma tradição. Quem inicia suas compras
fora do período da feira fica com a sensação que perdeu alguma
vantagem, seja ela em termos de preço ou de um leque maior de opções.
A partir dessa premissa a feira vem se superando ano a ano seja em termos de negócios,
oportunidades e público.
Hospitalar.com - Nesta edição vemos uma setorização
ainda maior da feira, com verdadeiras “feiras dentro da feira”. Quais
as vantagens para expositores e visitantes?
WS - Na medida em que a feira cresce, a setorização
é importante para facilitar a visita do comprador. E a Hospitalar está
sempre atenta para oferecer o melhor, orientando e facilitando o aproveitamento
deste quatro dias de feira. Planejamento é o fator fundamental para se
obter resultados: agendamento de visitas, visão global da distribuição
dos expositores no pavilhão, mapeamento dessas visitas e otimização
do tempo contam muito para o sucesso da participação em um evento
como a Hospitalar. São cerca de 1.000 expositores, distribuídos
em 65.700 metros quadrados do Expo Center Norte. Este ano, inclusive extrapolamos
os limites físicos do pavilhão ao construirmos dois pavilhões/tendas
adicionais. As “feiras dentro da feira” Diagnóstica, Reabilitação,
Hospfarma e a OdontoBrasil representam a agregação de setores que
despontaram naturalmente ao longo dessas 14 edições da Hospitalar.
Hospitalar.com - A participação estrangeira cresce a cada
edição. Como atrair empresas estrangeiras e compradores de todo
o mundo para um evento no Brasil? A Hospitalar ajuda a divulgar a marca Brasil
para o exterior?
WS - O Brasil é um país que tem se desenvolvido
muito na área medica e industrial nos últimos anos. A Hospitalar
teve um papel importante nesse processo. E hoje continua a atrair expositores
estrangeiros, não só interessados em vender, mas também em
encontrar parceiros para desenvolver projetos na América Latina. Já
os compradores internacionais, que vêm de mais de 50 paises, chegam atraídos
pela alta tecnologia exposta na feira e também pelas soluções
encontradas aqui para o desenvolvimento de produtos que se adaptem a países
com o mesmo perfil consumidor do Brasil. Assim, temos uma grande visitação
de hospitais de ponta, bem como de dirigentes de hospitais médios e pequenos,
que encontram na Hospitalar o mais completo leque de opções fora
da Europa e Estados Unidos. A Hospitalar está definitivamente consagrada
como segundo mais importante evento multisetorial da área da saúde
em todo o mundo.
Hospitalar.com - Como a Hospitalar se tornou um fórum do setor
da saúde, para encontros, discussões políticas e tomadas
de decisões sobre os rumos da gestão hospitalar na América
Latina? Qual expectativa para os eventos neste ano?
WS - Isso aconteceu naturalmente. Ao mesmo tempo em que a
Hospitalar se desenvolveu e se consolidou como grande feira comercial, as principais
instituições e entidades do setor convergiram para o nosso empreendimento.
A partir desta convergência, tornar-se também um grande fórum
para debates e discussões sobre gestão foi um passo. Este fórum
trouxe visibilidade a uma agenda positiva da saúde, que consolidou instituições
como a Confederação Nacional da Saúde, hoje a porta-voz e
interlocutora do setor junto aos vários níveis de governo. Vale
ressaltar também que todo este trabalho conjunto atraiu a atenção
de organismos internacionais, entre eles a Federação Internacional
de Hospitais, que confirmou o Brasil como sede do Congresso Mundial de Hospitais
em novembro de 2009, no Rio de Janeiro.
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