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05.06.07
 

O moto-contínuo da Hospitalar:
inovação, compromisso e sucesso


A fundadora e presidente da Hospitalar, Dra. Waleska Santos, fala sobre as expectativas em relação à 14ª edição da Hospitalar.


Hospitalar.com - Esta será uma das maiores edições da Hospitalar, com empresas em fila de espera, aguardando uma oportunidade de participar. O que faz da Hospitalar um evento imprescindível para a indústria fornecedora? O que esperar, em termos de negócios e público, desta 14ª edição???

WS - O sucesso de negócios, que se tornou uma marca registrada da Hospitalar, fala por si só: empresas expositoras reservam para esta data lançamentos tecnológicos, propostas especiais, alternativas únicas, promoções excepcionais. Por outro lado, os compradores e visitantes profissionais planejam-se o ano inteiro para aguardar estas novidades. Grupos de compras hospitalares, missões governamentais brasileiras e internacionais têm se programado para, a partir da edição da feira, iniciar sua rodada de compras para hospitais e estabelecimentos de saúde. Esse timimg já é uma tradição. Quem inicia suas compras fora do período da feira fica com a sensação que perdeu alguma vantagem, seja ela em termos de preço ou de um leque maior de opções. A partir dessa premissa a feira vem se superando ano a ano seja em termos de negócios, oportunidades e público.


Hospitalar.com - Nesta edição vemos uma setorização ainda maior da feira, com verdadeiras “feiras dentro da feira”. Quais as vantagens para expositores e visitantes?

WS - Na medida em que a feira cresce, a setorização é importante para facilitar a visita do comprador. E a Hospitalar está sempre atenta para oferecer o melhor, orientando e facilitando o aproveitamento deste quatro dias de feira. Planejamento é o fator fundamental para se obter resultados: agendamento de visitas, visão global da distribuição dos expositores no pavilhão, mapeamento dessas visitas e otimização do tempo contam muito para o sucesso da participação em um evento como a Hospitalar. São cerca de 1.000 expositores, distribuídos em 65.700 metros quadrados do Expo Center Norte. Este ano, inclusive extrapolamos os limites físicos do pavilhão ao construirmos dois pavilhões/tendas adicionais. As “feiras dentro da feira” Diagnóstica, Reabilitação, Hospfarma e a OdontoBrasil representam a agregação de setores que despontaram naturalmente ao longo dessas 14 edições da Hospitalar.


Hospitalar.com - A participação estrangeira cresce a cada edição. Como atrair empresas estrangeiras e compradores de todo o mundo para um evento no Brasil? A Hospitalar ajuda a divulgar a marca Brasil para o exterior?

WS - O Brasil é um país que tem se desenvolvido muito na área medica e industrial nos últimos anos. A Hospitalar teve um papel importante nesse processo. E hoje continua a atrair expositores estrangeiros, não só interessados em vender, mas também em encontrar parceiros para desenvolver projetos na América Latina. Já os compradores internacionais, que vêm de mais de 50 paises, chegam atraídos pela alta tecnologia exposta na feira e também pelas soluções encontradas aqui para o desenvolvimento de produtos que se adaptem a países com o mesmo perfil consumidor do Brasil. Assim, temos uma grande visitação de hospitais de ponta, bem como de dirigentes de hospitais médios e pequenos, que encontram na Hospitalar o mais completo leque de opções fora da Europa e Estados Unidos. A Hospitalar está definitivamente consagrada como segundo mais importante evento multisetorial da área da saúde em todo o mundo.


Hospitalar.com - Como a Hospitalar se tornou um fórum do setor da saúde, para encontros, discussões políticas e tomadas de decisões sobre os rumos da gestão hospitalar na América Latina? Qual expectativa para os eventos neste ano?

WS - Isso aconteceu naturalmente. Ao mesmo tempo em que a Hospitalar se desenvolveu e se consolidou como grande feira comercial, as principais instituições e entidades do setor convergiram para o nosso empreendimento. A partir desta convergência, tornar-se também um grande fórum para debates e discussões sobre gestão foi um passo. Este fórum trouxe visibilidade a uma agenda positiva da saúde, que consolidou instituições como a Confederação Nacional da Saúde, hoje a porta-voz e interlocutora do setor junto aos vários níveis de governo. Vale ressaltar também que todo este trabalho conjunto atraiu a atenção de organismos internacionais, entre eles a Federação Internacional de Hospitais, que confirmou o Brasil como sede do Congresso Mundial de Hospitais em novembro de 2009, no Rio de Janeiro.

 
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