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A InterSystems  anuncia os resultados de um novo estudo sobre o impacto de desafios no gerenciamento de dados sobre a economia digital. O estudo, conduzido pelo IDC (Internet Data Group) e patrocinado pela InterSystems, revelou que organizações que utilizam tecnologias de extração, transferência e armazenamento (ETL, na sigla em inglês), e Captura de Dados Modificados (CDC, na sigla em inglês), estão lutando para acompanhar a demanda atual de análise de dados em tempo real, afetando negativamente as oportunidades de negócios e eficiência.

O estudo destaca ainda a crescente necessidade por uma análise de dados em tempo real confiável nas organizações empresariais, com mais  de 75% dos entrevistados que acreditam ter perdido oportunidades de negócios por conta de dados atrasados e 27% alegaram que isto afeta negativamente a produtividade e a agilidade dentro das empresas. Dados tardios também estão atrasando o ritmo do negócio, com 54% dos entrevistados indicando limites de eficiência operacional.

Olhando para onde os dados estão perdendo relevância, a pesquisa revelou que dois terços dos dados transmitidos via ETL estavam, ao menos, cinco dias atrasados em relação ao tempo que chegou à um  banco analítico. Quando se trata do sistema CDC, uma tecnologia de replicação de dados em tempo real, o estudo revela que demora, em média, 10 minutos ou mais para mover aproximadamente 65% dos dados para a análise do banco de dados. Isso se mostra problemático para a maioria das organizações,  já que tomar  decisões baseadas em dados em tempo real  requerem a capacidade de combinar consultas analíticas, para transações em tempo real.

A pesquisa também descobriu que as organizações consideram importantes todos os novos tipos de dados, tornando mais alarmante o fato de que eles não estejam encontrando o caminho para os bancos de dados analíticos, onde possam impactar o negócio de forma mais imediata. De fato, dados relacionais, IoT, transmissão de dados de fontes externas, dados de sensores, gráficos, valores-chave, vídeo/áudio/imagem, objeto, documentos JSON e dados geoespaciais, foram todos considerados “muito importantes” pelas 502 organizações consultadas em diversos países, como Austrália, Brasil, China, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.

“À medida que as organizações procuram competir e acelerar a inovação, este estudo destaca a importância do processamento simultâneo das transações, e da análise de dados em tempo real para melhorar a experiência do cliente, a produtividade, as operações e muito mais”, afirma Paul Grabscheid, vice-presidente da InterSystems. “A InterSystems trabalha diretamente com organizações em todo o mundo para reduzir a complexidade do gerenciamento de dados, permitir análises de dados em tempo real e também insights no momento em que são tomadas de decisões críticas, acelerando a inovação e gerando melhores resultados nas empresas.”

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“A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

“Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fim, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo o desembargador, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

Ao apresentar o que classificou de “angústias de um juiz”, Diaulas Ribeiro reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou.

Ética médica – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de Ética Médica (CEM). “Compete ao médico aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente”, citou, em referência ao quinto princípio do CEM.

“As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que define e disciplina a prestação de serviços através da Telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis. Ressaltou, no entanto, que o artigo 114 do CEM veda ao médico “consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa”.

Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013) e chamou a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

Fonte: Conselho Federal de Medicina
Data: 04/08/2017 

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O Hospital Sírio-Libanês inaugurou o primeiro sistema de coleta pneumática em um hospital da América Latina. A tecnologia é constituída por dois sistemas de dutos, um deles responsável pelo transporte exclusivo de roupas hospitalares utilizadas e outro por resíduos sólidos não infectantes.

A solução permite que um dos sistemas encaminhe as roupas usadas até o setor em que esteiras automatizadas alimentam os carros de roupa, para o posterior envio às lavanderias. Em um outro conjunto de dutos, os resíduos são transportados automaticamente até as centrais de coleta, onde são colocados em contêineres hermeticamente fechados, para envio a um aterro sanitário. Nos dois casos, a coleta pneumática reduz o tempo gasto e a utilização de elevadores e carrinhos pelos corredores, proporcionando maior produtividade e ambientes mais limpos. Após o descarte, feito em cada andar do hospital, um computador central organiza toda a operação.

O sistema instalado no Hospital Sírio-Libanês faz a coleta diária de 7 toneladas da lavanderia e 8 toneladas de resíduos. Ao todo são 112 pontos de descarte, distribuídos por 20 andares, recolhendo resíduos e roupas que percorrerão aproximadamente 790 metros lineares de dutos, até a estação localizada no subsolo.

“A adoção da coleta pneumática está alinhada às políticas adotadas pelo Hospital Sírio-Libanês em relação à qualidade da assistência, à segurança dos pacientes e à sustentabilidade. A decisão de utilizar o sistema, tomada no início da expansão de nossa estrutura, foi um dos fatores que contribuíram para a certificação Green Building Gold obtida pelas novas torres. Trata-se de uma grande novidade na área hospitalar no Brasil, com benefícios importantes para o funcionamento de nossa instituição”, explica o CEO do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Paulo Chapchap.

Fonte: Saúde Business

Hospitais 5 estrelas ao redor do mundo

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Ninguém quer ver um médico durante suas viagens. Caso isso seja inevitável, que o pit stop aconteça em algum dos mais incríveis centros médicos do mundo.

Na hora de programar as férias, a última coisa que alguém faz – se é que alguém faz isso – é dar uma conferidinha nos melhores hospitais da região.

Leia a matéria completa em GQ.blogo.com.br

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Uma tecnologia que promete maior rapidez e eficácia nos diagnósticos de câncer pode reduzir os efeitos colaterais da radioterapia. É o que apostam a Microsoft e o grupo Oncoclínicas, especializado em oncologia, que desenvolvem, em parceria, sistemas que devem agilizar os tratamento de radioterapia e também na quimioterapia no Brasil. 

O diagnóstico do câncer é um processo que passa por muitas etapas. Após a bateria de exames necessária para detectar o tumor, o médico precisa observar níveis de certas substâncias no organismo que ajudam a identificar a doença. Ao avaliar a dosagem, ele fará um cálculo para determinar o limite para os índices — chamados “pontos de corte” — e reconhecer se o tumor representa um câncer. A definição do corte é o que determina a dosagem da medicação utilizada no tratamento

A tecnologia prometida pelas empresas para o auxílio à radioterapia deve acelerar a definição do ponto de corte: a máquina analisará os exames e fará os cálculos em três minutos; atualmente, o processo demanda 40 minutos de um especialista.

— Isso elimina qualquer potencial erro humano — disse Carlos Andrade, médico oncologista e diretor da Oncoclínicas, rede de clínicas particulares que trata pacientes com a doença.

Andrade acredita que cálculos feitos pela máquina podem “prevenir da melhor forma os efeitos colaterais” e garantir o efeito dos remédios apenas sobre a região que necessita de tratamento, protegendo outros órgãos que seriam afetados pela medicação.

O sistema no campo da quimioterapia atuará de outra forma: ao invés de focar na identificação do câncer, deve sugerir terapias aos casos já diagnosticados com base em tratamentos anteriores. Para aprimorar a máquina, a parceria foi estendida ao Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia da Universidade de São Paulo (CEST/USP), que estudará quais são as melhores tecnologias para viabilizar o projeto.

— Queremos trabalhar a diversidade da terapia para um mesmo diagnóstico. Todos já fomos pacientes em um hospital e sabemos que é importante consultar uma segunda opinião — explicou o professor Luiz Natal, coordenador do projeto.

O sistema consiste em um banco de dados onde os médicos podem consultar a melhor forma de tratamento para determinado câncer a partir de outros casos registrados. O software será alimentado com pesquisas públicas e informações fornecidas por clínicas parceiras, embora a Microsoft garanta que não ocorrerá violação de sigilo dos pacientes.

— A nossa ideia é aproveitar os dados que a Oncoclínicas têm e juntar com protocolos disponíveis publicamente para criar correlações em determinados pacientes e formas de tratamento — declarou Fabio Scopeta, diretor de Transformação Digital da Microsoft na América Latina.

Sem substituições

As tecnologias foram pensadas para auxiliar os médicos e não para substituí-los, segundo Carlos Andrade.

— Ter um robô fazendo cirurgia não faz com que ele ocupe o lugar do médico. Ele só faz algumas tarefas de forma mais rápida e precisa do que um cirurgião poderia fazer a com a mão — explicou.

O professor Luiz Natal defendeu que o software pode fornecer aos hospitais uma oportunidade de suporte ao trabalho de pesquisa sem substituir o diagnóstico feito por um profissional da área.

— Você tem uma base de conhecimento gerada por experiências anteriores e que lança uma probabilidade. Mas a última opinião sempre é do médico especialista.

O projeto para a radioterapia está em fase de testes desde junho apenas em clínicas do Rio de Janeiro - atualmente, a Oncoclínicas atua em dez estados brasileiros. A expectativa é que possa ser utilizado pelos médicos ainda este ano. Já o sistema voltado para o tratamento quimioterápico se encontra em “fase embrionária”, segundo o professor da USP. As pesquisas coordenadas pela universidade tiveram início em julho, sem uma previsão de entrega do projeto. A Microsoft, por sua vez, acredita que conseguirá lançá-lo em “meados de 2019.”

Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios

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ITS-MC, compañía que ofrece una línea completa de equipos quirúrgicos direccionados a ortopedia y asistencia técnica especializada, llevará a la 24ª Hospitalar Feria + Foro su perforador óseo multifuncional ITS-MC Air Drive I. Desarrollado para cortes y perforaciones óseas con gatillo reverso, el producto posee módulos acoplables de conexión rápida y que priorizan la precisión y la seguridad.

Los módulos de accionamiento del motor ITS-MC Air Drive I fueron desarrollados para dar soporte a una completa variedad de aplicaciones que van desde la colocación de hilo de Kirschner hasta cortes con una sierra sagital y escariación pesadas. El modelo posibilita también procedimientos como aceleración y reversión con una mano. El sistema anatómico y su poco peso son las grandes diferencias del producto.

La empresa, que participa por sexta vez de la Hospitalar, busca por medio de la feria, el perfeccionamiento de sus actividades y mantenerse cada vez más activa en el mercado. “Podemos resaltar la importancia que el evento nos proporciona al presentar nuestras soluciones al mercado. Cada año buscamos mejorar para atender el mercado que cada día nos exige más”, resalta Maiquel Dietrich, gerente de marketing de la empresa.

Visite el stand de la ITS-MC ubicado en la calle 1-69 en el Pabellón Azul de la feria Hospitalar.

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  • México ha presentado un incremento sostenido en la industria de los dispositivos médicos del 15% anual en la última década.
    • México es considerado un fuerte competidor dentro de la industria, solamente después de Brasil.
    • Importantes representantes médicos de todo el mundo se reunirán en EXPOMED MÉXICO el evento más grande de negocios, tecnología e innovación en salud.

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    Cognos estará presente en la 24ª edición de la Hospitalar destacando su programa de cursos con foco en la inclusión del paciente, buscando compartir las decisiones que envuelven su tratamiento.

     

    “Nuestra diferencia está en evaluar e incorporar tecnologías en los servicios de salud centradas en los valores y preferencias del paciente. Para esto, capacitamos profesionales de salud utilizando metodología constructivista para propiciar un diálogo en actividades dinámicas, donde son presentados escenarios reales de atención que facilitan la conceptuación de varios temas relacionados”, explica Rachel Zanetta, coordinadora del área de Educación en Salud de la empresa.

    Por medio de los cursos, varios operadores y prestadores de servicio de salud tendrán la oportunidad de actuar en el cambio de paradigmas del actual sistema asistencial de alto costo y baja resolución para una atención dirigida a la construcción de la empatía entre el profesional y el paciente.

    El compromiso del paciente para la toma de decisión compartida es una tendencia en países como Estados Unidos, Inglaterra, Australia y Canadá. Participando por primera vez de la Hospitalar, la empresa está a disposición para aclarar como contribuye la propuesta para la mejora de la calidad asistencial con la reducción de desperdicios que viene siendo observada en los sistemas de salud.

    Visite el stand de Cognos ubicado en la calle 14-173 en el Pabellón Verde de la feria Hospitalar.