Realizado a cada dois anos, o Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva ocorrerá este ano em Salvador, entre os dias 6 e 10 de maio, e terá como tema principal a Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).
Outros aspectos relacionados à humanização das UTIs, como conceito de morte encefálica, bioética e terminalidade de vida, estão na programação. “Este congresso marca um momento de intenso crescimento da especialidade intensivista no Brasil e de um debate contínuo sobre as situações que compõem o dia-a-dia dos pacientes graves”, destaca o presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Álvaro Réa-Neto.
No programa científico, são destaques temas como sepse, suporte ventilatório, cardiointensivismo, reanimação e trauma, entre outros. Serão revistos os conceitos do Surviving Sepsis Campaign (Campanha Sobrevivendo à Sepse), novas metodologias em monitorização hemodinâmica e minimamente invasiva, uso de antimicrobianos, entre outros.
Cerca de 60 convidados estrangeiros vão se desdobrar entre conferências, mesas redondas, painéis de debate, sessões pró e contra e “como eu faço”. “A intenção é criar oportunidades para que os médicos intensivistas brasileiros possam aproveitar ao máximo a experiência dos grandes nomes da medicina intensiva mundial”, diz o presidente da Comissão Científica do Congresso, Sydney Agareno. Setores importantes na abordagem dos pacientes graves, como enfermagem, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia, também estão previstos na programação, além da pediatria e neonatologia em UTI.
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