Pesquisa Datafolha realizada com 392 pessoas com 45 anos
ou mais revelou que o medicamento oral leva vantagem sobre medicamentos de aplicação
intravenosa: a via oral foi escolhida por 72% dos entrevistados.
O levantamento foi feito com as classes A, B e C e a questão era sobre
a melhor forma de tomar um medicamento para uma doença hipotética
crônica, sem sintomas, que precisasse de tratamento por no mínimo
5 anos – características que lembram a osteoporose – que, se
não tratada adequadamente, poderia trazer sérias conseqüências
à saúde. O estudo foi encomendado pela farmacêutica Roche.
Os entrevistados responderam as perguntas com base em cartões contendo
ilustrações sobre o modo de tomada ou de aplicação
de cada tipo de medicamento.
As principais razões pela escolha da via oral foram medo de injeções,
conveniência de poder tomar em qualquer local, facilidade de uso e a não
necessidade de ajuda profissional. Dentre os entrevistados com mais de 60 anos,
a preferência é ainda maior: 80% preferiu a via oral para tratamento
da doença hipotética, cujas características lembram a osteoporose.
Na população entrevistada, 10% afirmaram ter osteoporose, para
a qual o tratamento mais utilizado exige que o medicamento seja tomado em jejum,
além do paciente ter que esperar no mínimo 30 minutos para poder
tomar o café da manhã.
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